Últimos Artigos
Mostrando postagens com marcador Misterios. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Misterios. Mostrar todas as postagens
Que os bonecos do Fofão vinham com uma faca dentro deles todo mundo já sabe, o que poucos sabem é o motivo disso.
Muitos diziam que os bonecos incentivavam o assassinato e que esse incentivo vinha de mensagens subliminares escondidas nas músicas do personagem, outros apontavam motivos ainda mais mirabolantes e místicos, mas nada disso era verdade. Em sua maioria, esses boatos foram divulgados pela equipe por trás de uma apresentadora infantil que concorria com o programa do Fofão.
O que poucos sabiam, até agora, era que Fofão era algo mais do que um simples apresentador de programa infantil, Fofão era um Cérbero, um cão de guarda do Inferno.

Praticamente ninguém percebeu isso porque suas duas cabeças sobressalentes ficavam disfarçadas, como se fossem bochechas, mas apesar do título ele não veio com a missão de assolar a Humanidade, muito pelo contrário, ele veio protegê-la.
Como Cérbero, sua função é guardar as portas do Inferno para que as almas condenadas não saiam de lá. Mas às vezes um espírito conseguia furar a guarda e vinha assombrar o mundo dos vivos, porém elas sempre foram recuperadas. Até que uma conseguiu fugir e permanecer assolando a Humanidade por tempo indeterminado.
A Loira do Banheiro com ajuda de uma poderosa Necromante conseguiu escapar de seu cárcere e passou a vitimar centenas de pessoas.
Incumbido de recuperar essa alma pessoalmente o Cérbero veio a Terra buscar a entidade fugitiva. Sabendo que ela havia atacado a população através de seu ponto mais fraco, as crianças, o Cão decidiu combater fogo com fogo e assumiu o pseudônimo de Fofão, iniciando sua empreitada na tentativa de adentrar todos os lares e assim aumentar sua área de cobertura, já que eram nas casas que a Loira do Banheiro mais costumava aparecer.
Para isso o Fofão mandou que confeccionassem bonecos vodus que eram sua imagem e semelhança, e em cada boneco deveria haver um Kris, um punhal que era usado para aprisionar a alma dos sacrifícios nos antigos rituais pagãos da Indonésia.

O Kris tem propriedades místicas, ele pode não só armazenar espíritos como também serve de link sobrenatural, como se fosse um portal que leva os espíritos de um Kris a outro; desde que se soubesse usá-lo, é claro.
Com a popularidade de Fofão entre as crianças não foi difícil ter um desses bonecos dentro de cada casa onde houvesse uma criança, o Cérbero assim pôde armar uma emboscada. Recapturar a Loira do Banheiro agora seria apenas uma questão de tempo.
Mas de alguma forma, talvez por obra da Necromante que trouxera a Loira, as pessoas ficaram sabendo da existência desse punhal dentro dos bonecos, porém de uma forma completamente distorcida.
Amedrontados com as mentiras espalhadas, as pessoas começaram a destruir os bonecos do Fofão aos montes em busca do Kris, que para os leigos eram apenas facas, e a se livrar deles, deixando assim o mundo vulnerável às ações malignas da Loira do Banheiro.
Porém o Cérbero ainda não se foi e isso me faz crer que ainda existam bonecos do Fofão intocados em algum lugar. Por isso peço que repassem esta mensagem para todos os seus contatos antes que todos os Fofões sejam efetivamente desarmados de seu punhal e o mundo fique à mercê da Loira e de sua Necromante.
O Fofão, personagem do programa Balão Mágico era um sucesso só, tanto que ganhou uma linha de biscoitos (o clássico Lanche do Fofão - que era um wafer tamanho gigante, que as mães adoravam botar em nossas lancheiras), bombons (o Bombom do Fofão era a coisa mais murcha de que se tem notícia) e bonecos. Porém, o boneco, desde o seu lançamento, é acompanhado de uma lenda macabra. Reza a lenda, que todos os bonecos tinham, entre o pescoço e a cabeça do boneco, uma espécie de punhal. E pra completar, a população insuflava a lenda, dizendo que tinham mesmo encontrado o tal punhal - eu tive o boneco do Fofão, e dentro do meu não tinha absolutamente nada.
A lenda dizia que o ator Orival Pessini (que depois do Balão Mágico, se consagrou com o maluco-beleza Patropi) tinha feito um pacto com o diabo para decolar na carreira artística e que por conta disso, tinha dado um jeito que os bonecos de seu personagem tivessem dentro de si a tal arma-branca. Outra versão da lenda dizia que os fabricantes eram servos do demônio, e por isso colocavam o punhal dentro do boneco e que todos que tivessem o brinquedo deveriam jogá-lo no lixo imediatamente.
O meu boneco não tinha nada, mas, muita gente jura que encontrou o dito-cujo dentro dos seus. O que eu sei é que essa lenda fez com que o boneco vendesse a rodo, pra galera conferir se era satanismo ou não. Isso é que eu chamo de golpe de marketing (e de mestre!)
Muitos diziam que os bonecos incentivavam o assassinato e que esse incentivo vinha de mensagens subliminares escondidas nas músicas do personagem, outros apontavam motivos ainda mais mirabolantes e místicos, mas nada disso era verdade. Em sua maioria, esses boatos foram divulgados pela equipe por trás de uma apresentadora infantil que concorria com o programa do Fofão.
O que poucos sabiam, até agora, era que Fofão era algo mais do que um simples apresentador de programa infantil, Fofão era um Cérbero, um cão de guarda do Inferno.
A foto foi ampliada digitalmente para que fosse possível observar com riqueza de detalhes os rostos das duas cabeças sobressalentes que se passavam por bochechas.
Praticamente ninguém percebeu isso porque suas duas cabeças sobressalentes ficavam disfarçadas, como se fossem bochechas, mas apesar do título ele não veio com a missão de assolar a Humanidade, muito pelo contrário, ele veio protegê-la.
Como Cérbero, sua função é guardar as portas do Inferno para que as almas condenadas não saiam de lá. Mas às vezes um espírito conseguia furar a guarda e vinha assombrar o mundo dos vivos, porém elas sempre foram recuperadas. Até que uma conseguiu fugir e permanecer assolando a Humanidade por tempo indeterminado.
A Loira do Banheiro com ajuda de uma poderosa Necromante conseguiu escapar de seu cárcere e passou a vitimar centenas de pessoas.
Incumbido de recuperar essa alma pessoalmente o Cérbero veio a Terra buscar a entidade fugitiva. Sabendo que ela havia atacado a população através de seu ponto mais fraco, as crianças, o Cão decidiu combater fogo com fogo e assumiu o pseudônimo de Fofão, iniciando sua empreitada na tentativa de adentrar todos os lares e assim aumentar sua área de cobertura, já que eram nas casas que a Loira do Banheiro mais costumava aparecer.
Para isso o Fofão mandou que confeccionassem bonecos vodus que eram sua imagem e semelhança, e em cada boneco deveria haver um Kris, um punhal que era usado para aprisionar a alma dos sacrifícios nos antigos rituais pagãos da Indonésia.
Dois exemplares diferentes do punhal Kris encontrado dentro dos bonecos do Fofão.
O Kris tem propriedades místicas, ele pode não só armazenar espíritos como também serve de link sobrenatural, como se fosse um portal que leva os espíritos de um Kris a outro; desde que se soubesse usá-lo, é claro.
Com a popularidade de Fofão entre as crianças não foi difícil ter um desses bonecos dentro de cada casa onde houvesse uma criança, o Cérbero assim pôde armar uma emboscada. Recapturar a Loira do Banheiro agora seria apenas uma questão de tempo.
Mas de alguma forma, talvez por obra da Necromante que trouxera a Loira, as pessoas ficaram sabendo da existência desse punhal dentro dos bonecos, porém de uma forma completamente distorcida.
Amedrontados com as mentiras espalhadas, as pessoas começaram a destruir os bonecos do Fofão aos montes em busca do Kris, que para os leigos eram apenas facas, e a se livrar deles, deixando assim o mundo vulnerável às ações malignas da Loira do Banheiro.
Porém o Cérbero ainda não se foi e isso me faz crer que ainda existam bonecos do Fofão intocados em algum lugar. Por isso peço que repassem esta mensagem para todos os seus contatos antes que todos os Fofões sejam efetivamente desarmados de seu punhal e o mundo fique à mercê da Loira e de sua Necromante.
O Fofão, personagem do programa Balão Mágico era um sucesso só, tanto que ganhou uma linha de biscoitos (o clássico Lanche do Fofão - que era um wafer tamanho gigante, que as mães adoravam botar em nossas lancheiras), bombons (o Bombom do Fofão era a coisa mais murcha de que se tem notícia) e bonecos. Porém, o boneco, desde o seu lançamento, é acompanhado de uma lenda macabra. Reza a lenda, que todos os bonecos tinham, entre o pescoço e a cabeça do boneco, uma espécie de punhal. E pra completar, a população insuflava a lenda, dizendo que tinham mesmo encontrado o tal punhal - eu tive o boneco do Fofão, e dentro do meu não tinha absolutamente nada.
A lenda dizia que o ator Orival Pessini (que depois do Balão Mágico, se consagrou com o maluco-beleza Patropi) tinha feito um pacto com o diabo para decolar na carreira artística e que por conta disso, tinha dado um jeito que os bonecos de seu personagem tivessem dentro de si a tal arma-branca. Outra versão da lenda dizia que os fabricantes eram servos do demônio, e por isso colocavam o punhal dentro do boneco e que todos que tivessem o brinquedo deveriam jogá-lo no lixo imediatamente.
O meu boneco não tinha nada, mas, muita gente jura que encontrou o dito-cujo dentro dos seus. O que eu sei é que essa lenda fez com que o boneco vendesse a rodo, pra galera conferir se era satanismo ou não. Isso é que eu chamo de golpe de marketing (e de mestre!)
Seja o Primeiro a Comentar!
Ao final do Fórum de Brasília, foi redigida a "Carta de Brasília", um documento onde os ufólogos dão como certa a existência de discos voadores, sua origem extraterrestre, bem como sua atividade no planeta Terra desde os primórdios da humanidade. Nesta carta, os participantes do fórum afirmam ter conhecimento dos programas secretos do governo brasileiro de pesquisa de Objetos Voadores Não Identificados e solicitam a abertura ao público dos arquivos oficiais brasileiros sobre o tema.
Brasília (DF), Brasil, 14 de dezembro de 1997
Os ufólogos brasileiros e estrangeiros, de 19 nações, de todos os continentes, reunidos no Primeiro Fórum Mundial de Ufologia, no período de 07 a 14 de dezembro de 1997, no Parlamento Mundial da Fraternidade Ecumênica, Parlamundi da LBV, em Brasília, Brasil, vêm à presença do Ministro da Aeronáutica Brasileira apresentar os seguintes fatos:
1 - Que é de conhecimento geral que o Fenômeno UFO, representado pelas constantes visitas de veículos espaciais ao nosso Planeta Terra, é genuíno e assim tem sido confirmado independentemente por ufólogos civis e autoridades militares de todo o mundo, nos últimos 50 anos.
2 - Que tal fenômeno já teve sua origem plenamente identificada como sendo extraterrestre e que os veículos que nos visitam tão insistentemente provêm de civilizações tecnologicamente mais avançadas que a nossa, mas que coexistem conosco no Universo.
3 - Que tais civilizações encontram-se num processo contínuo de aproximação da Terra e de nossa civilização planetária. Igualmente, essas civilizações, em suas manobras, na maioria absoluta das vezes, não demonstram hostilidade para conosco.
4 - Que as visitas de tais civilizações extraterrestres à Terra têm aumentado, gradativamente, nos últimos anos, segundo comprovam as estatísticas nacionais e internacionais, tanto em quantidade quanto em profundidade e intensidade.
5 - Que é urgente que se estabeleça um programa oficial de conhecimento, pesquisa e respectiva divulgação pública do assunto, de forma a esclarecer a população brasileira a respeito da inegável e cada vez mais crescente presença extraterrestre na Terra.
Assim, considerando atitudes assumidas em vários momentos da História, por países que já reconheceram a extensão do problema, como por exemplo o Chile, há algumas semanas, respeitosamente recomendamos que o Ministério da Aeronáutica da República Federativa do Brasil, ou algum de seus organismos, a partir deste instante, formule uma política apropriada para se discutir o assunto, nos ambientes, formatos e níveis considerados necessários.
A comunidade ufológica brasileira, neste ato representada pelos estudiosos nacionais abaixo assinados, com total apoio da comunidade ufológica mundial, também signatária deste documento, deseja oferecer voluntariamente seus conhecimentos, seus esforços e sua dedicação para que tal procedimento venha a tornar-se realidade e que tenhamos o reconhecimento imediato do Fenômeno UFO.
Como marco inicial deste processo, que simbolize uma ação positiva por parte de nossas autoridades, a comunidade ufológica brasileira respeitosamente solicita que o referido Ministério abra seus arquivos referentes a pelo menos dois episódios específicos e marcantes de nossa pesquisa ufológica:
(a) a Operação Prato, conduzida pelo Primeiro Comando Aéreo Regional (Comar), de Belém (PA), entre setembro e dezembro de 1977, que resultou em volumoso compêndio que documentou com mais de 500 fotografias e inúmeros filmes a movimentação de UFOs sobre a Região Amazônica, da forma como foi confirmado pelo coronel Uyrangê Bolívar Soares de Hollanda Lima;
(b) a maciça casuística ufológica ocorrida em maio de 1986, sobre os Estados do Rio de Janeiro e São Paulo, entre outros, em que mais de 20 objetos voadores não identificados foram observados, radarizados e perseguidos por caças a jato de nossa valorosa Força Aérea, segundo afirmou o próprio ministro da Aeronáutica à época, brigadeiro Octávio Moreira Lima.
Absolutamente conscientes de que nossas autoridades civis e militares jamais se descuidaram da situação, que tem sido monitorada com maior ou menor grau de interação ao longo das últimas décadas, sempre no interesse da segurança nacional, julgamos que a tomada da providência acima referida solidificará o início de uma próspera e proveitosa parceria.
Atenciosamente,
Comissão Brasileira de Ufólogos (CBU)
Ademar José Gevaerd
Centro Brasileiro de Pesquisas de Discos Voadores (CBPDV)
Claudeir Covo
Instituto Nacional de Investigação de Fenômenos Aeroespaciais (INFA)
Marco Antonio Petit
Associação Fluminense de Estudos Ufológicos (AFEU)
Rafael Cury
Núcleo de Pesquisas Ufológicas (NPU)
Reginaldo de Athayde
Centro de Pesquisas Ufológicas (CPU)
Ubirajara Franco Rodrigues
Instituto Ubirajara Rodrigues S/C (IUR)
Comunidade Ufológica Brasileira
Ademar Eugênio de Mello (SP)
Ana Maria dos Santos (BA)
Antonio Faleiro(MG)
Basílio Baranoff (SP)
César Pereira Vanucci (MG)
Chica Granchi (RJ)
Cláudio Pamplona(CE)
Edwaldo Gomes Silva Jr. (SP)
Elias Seixas (RJ)
Emanuel Paranhos (BA)
Eustáquio Andréa Patounas (SC)
Geraldo Simão Bichara (MG)
Haroldo Westendorff (RS)
Hernán Mostajo (RS)
Irene Granchi(RJ)
José Luiz L. Martins (PA)
Luciano Stancka e Silva (SP)
Manoel Gilson Mitoso (AM)
Oscar Alberto Romero (BA)
Pedro Paulo Cunha Filho (DF)
Ricardo Varela Corrêa (SP)
Roberto Affonso Beck (DF)
Romio Cury (PR)
Wilson G. de Oliveira (DF)
Comunidade Ufológica Internacional
Alexandr Balandine (Rússia)
Barry Chamish (Israel)
Boris Chourinov (Rússia)
Budd Hopkins (Estados Unidos)
Colin Andrews (Inglaterra)
David Jacobs (Estados Unidos)
Derrel Sims (Estados Unidos)
G.C. Shellhorn (Estados Unidos)
Gábor Tarcali (Hungria)
Gildas Bourdais (França)
Giorgio Bongiovanni (Itália)
Glennys Mackay (Austrália)
Graham Birdsall (Inglaterra)
Jaime Maussan (México)
James Courant (Estados Unidos)
James Hurtak (Estados Unidos)
Jesse Marcel Junior (Estados Unidos)
Jorge Alfonso Ramirez (Paraguai)
Leonard Sprinkle (Estados Unidos)
Mário Dussuel Jurado (Chile)
Maurizio Baiata (Itália)
Michael Hesemann (Alemanha)
Michael Lindemann (Estados Unidos)
Pablo Villarrubia Mauso (Espanha)
Roberto Pinotti (Itália)
Rodrigo Fuenzalida (Chile)
Sun-Shi Li (China)
Timo Koskeniemmi (Finlândia)
Wendelle Stevens (Estados Unidos)
Yvonne Smith (Estados Unidos)
Brasília (DF), Brasil, 14 de dezembro de 1997
Os ufólogos brasileiros e estrangeiros, de 19 nações, de todos os continentes, reunidos no Primeiro Fórum Mundial de Ufologia, no período de 07 a 14 de dezembro de 1997, no Parlamento Mundial da Fraternidade Ecumênica, Parlamundi da LBV, em Brasília, Brasil, vêm à presença do Ministro da Aeronáutica Brasileira apresentar os seguintes fatos:
1 - Que é de conhecimento geral que o Fenômeno UFO, representado pelas constantes visitas de veículos espaciais ao nosso Planeta Terra, é genuíno e assim tem sido confirmado independentemente por ufólogos civis e autoridades militares de todo o mundo, nos últimos 50 anos.
2 - Que tal fenômeno já teve sua origem plenamente identificada como sendo extraterrestre e que os veículos que nos visitam tão insistentemente provêm de civilizações tecnologicamente mais avançadas que a nossa, mas que coexistem conosco no Universo.
3 - Que tais civilizações encontram-se num processo contínuo de aproximação da Terra e de nossa civilização planetária. Igualmente, essas civilizações, em suas manobras, na maioria absoluta das vezes, não demonstram hostilidade para conosco.
4 - Que as visitas de tais civilizações extraterrestres à Terra têm aumentado, gradativamente, nos últimos anos, segundo comprovam as estatísticas nacionais e internacionais, tanto em quantidade quanto em profundidade e intensidade.
5 - Que é urgente que se estabeleça um programa oficial de conhecimento, pesquisa e respectiva divulgação pública do assunto, de forma a esclarecer a população brasileira a respeito da inegável e cada vez mais crescente presença extraterrestre na Terra.
Assim, considerando atitudes assumidas em vários momentos da História, por países que já reconheceram a extensão do problema, como por exemplo o Chile, há algumas semanas, respeitosamente recomendamos que o Ministério da Aeronáutica da República Federativa do Brasil, ou algum de seus organismos, a partir deste instante, formule uma política apropriada para se discutir o assunto, nos ambientes, formatos e níveis considerados necessários.
A comunidade ufológica brasileira, neste ato representada pelos estudiosos nacionais abaixo assinados, com total apoio da comunidade ufológica mundial, também signatária deste documento, deseja oferecer voluntariamente seus conhecimentos, seus esforços e sua dedicação para que tal procedimento venha a tornar-se realidade e que tenhamos o reconhecimento imediato do Fenômeno UFO.
Como marco inicial deste processo, que simbolize uma ação positiva por parte de nossas autoridades, a comunidade ufológica brasileira respeitosamente solicita que o referido Ministério abra seus arquivos referentes a pelo menos dois episódios específicos e marcantes de nossa pesquisa ufológica:
(a) a Operação Prato, conduzida pelo Primeiro Comando Aéreo Regional (Comar), de Belém (PA), entre setembro e dezembro de 1977, que resultou em volumoso compêndio que documentou com mais de 500 fotografias e inúmeros filmes a movimentação de UFOs sobre a Região Amazônica, da forma como foi confirmado pelo coronel Uyrangê Bolívar Soares de Hollanda Lima;
(b) a maciça casuística ufológica ocorrida em maio de 1986, sobre os Estados do Rio de Janeiro e São Paulo, entre outros, em que mais de 20 objetos voadores não identificados foram observados, radarizados e perseguidos por caças a jato de nossa valorosa Força Aérea, segundo afirmou o próprio ministro da Aeronáutica à época, brigadeiro Octávio Moreira Lima.
Absolutamente conscientes de que nossas autoridades civis e militares jamais se descuidaram da situação, que tem sido monitorada com maior ou menor grau de interação ao longo das últimas décadas, sempre no interesse da segurança nacional, julgamos que a tomada da providência acima referida solidificará o início de uma próspera e proveitosa parceria.Atenciosamente,
Comissão Brasileira de Ufólogos (CBU)
Ademar José Gevaerd
Centro Brasileiro de Pesquisas de Discos Voadores (CBPDV)
Claudeir Covo
Instituto Nacional de Investigação de Fenômenos Aeroespaciais (INFA)
Marco Antonio Petit
Associação Fluminense de Estudos Ufológicos (AFEU)
Rafael Cury
Núcleo de Pesquisas Ufológicas (NPU)
Reginaldo de Athayde
Centro de Pesquisas Ufológicas (CPU)
Ubirajara Franco Rodrigues
Instituto Ubirajara Rodrigues S/C (IUR)
Comunidade Ufológica Brasileira
Ademar Eugênio de Mello (SP)
Ana Maria dos Santos (BA)
Antonio Faleiro(MG)
Basílio Baranoff (SP)
César Pereira Vanucci (MG)
Chica Granchi (RJ)
Cláudio Pamplona(CE)
Edwaldo Gomes Silva Jr. (SP)
Elias Seixas (RJ)
Emanuel Paranhos (BA)
Eustáquio Andréa Patounas (SC)
Geraldo Simão Bichara (MG)
Haroldo Westendorff (RS)
Hernán Mostajo (RS)
Irene Granchi(RJ)
José Luiz L. Martins (PA)
Luciano Stancka e Silva (SP)
Manoel Gilson Mitoso (AM)
Oscar Alberto Romero (BA)
Pedro Paulo Cunha Filho (DF)
Ricardo Varela Corrêa (SP)
Roberto Affonso Beck (DF)
Romio Cury (PR)
Wilson G. de Oliveira (DF)
Comunidade Ufológica Internacional
Alexandr Balandine (Rússia)
Barry Chamish (Israel)
Boris Chourinov (Rússia)
Budd Hopkins (Estados Unidos)
Colin Andrews (Inglaterra)
David Jacobs (Estados Unidos)
Derrel Sims (Estados Unidos)
G.C. Shellhorn (Estados Unidos)
Gábor Tarcali (Hungria)
Gildas Bourdais (França)
Giorgio Bongiovanni (Itália)
Glennys Mackay (Austrália)
Graham Birdsall (Inglaterra)
Jaime Maussan (México)
James Courant (Estados Unidos)
James Hurtak (Estados Unidos)
Jesse Marcel Junior (Estados Unidos)
Jorge Alfonso Ramirez (Paraguai)
Leonard Sprinkle (Estados Unidos)
Mário Dussuel Jurado (Chile)
Maurizio Baiata (Itália)
Michael Hesemann (Alemanha)
Michael Lindemann (Estados Unidos)
Pablo Villarrubia Mauso (Espanha)
Roberto Pinotti (Itália)
Rodrigo Fuenzalida (Chile)
Sun-Shi Li (China)
Timo Koskeniemmi (Finlândia)
Wendelle Stevens (Estados Unidos)
Yvonne Smith (Estados Unidos)
Bem sou novo aqui no blog, esse é meu primeiro post, vou começar falando de uma coisa que me deixa meio cabrero, sobre o episodio 38 do desenho japones Pokémon que todos adoram, vou falar sobre o fato ocorrido nesse episódio, senta que la vem a historia...
Obs.: O criador deste desenho após ter terminado o seu projeto começou a viver como bicho e comer partes do seu próprio corpo, até que foi internado em um hospício e logo após cometeu suicídio.
No capítulo 38, exibido no Japão no dia 16 de dezembro de 1997, o personagem Pikachu, um dos principais da série, emitiu a certa altura raios de luz colorida. Depois de assistir à cena de apenas cinco segundos, 12000 crianças passaram mal, segundo dados das autoridades japonesas. Pelo menos 600 foram internadas com convulsões.
Em 1995, foi criado um jogo de vídeo-game chamado pokémon, que depois foi transformado em desenho, também após a criação deste desenho apareceu um outro aliado a este chamado pikachu, estes desenhos aparentemente simples tem um nome, um significado malígno que pronunciado dentro de seus lares traz maldição.
Pikachu - significa monstro destruidor.
Esse desenho fora exibido pela primeira vez no Japão causando alucinações, suicídios, coma e parada cardíaca em mais de 1500 crianças que o assistiram.
Infelizmente chegou aqui no Brasil e muitas crianças estão assistindo.
Mais tarde, quando trechos do programa foram exibidos nos telejornais noturnos, muitos adultos também foram afetados. O episódio foi estudado por médicos e técnicos de animação, que concluíram que as luzes intensas poderiam causar reações em crianças com olhos sensíveis ou em pessoas com predisposição à epilepsia. No Japão, para se ter uma idéia, dá cerca de 5% da população. Neste episódio, Picachu passa por várias situações perigosas, e no final aparece tendo uma visão onde um televisor estava deitado sobre uma cama de hospital e um demônio o estava atacando.
Veja a semelhança do desenho com o fato ocorrido: No desenho, um demônio agia sobre um televisor até que ele acabasse internado em um hospital, e na vida real, várias crianças que estavam à frente de suas televiões acabaram internadas em hospitais. Será que o mesmo demônio que atormentava o televisor do desenho, levando-o para o hospital também agia sobre os televisores das crianças?
Assinar:
Comentários (Atom)


